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12 de janeiro de 2012

Picadas de inseto: O que fazer?

Na noite passada Alice resolveu brincar com uma abelha e aí já viu o resultado né? Uma bela picada no dedo! O pai dela tirou o ferrão, mas o que fazer? Será se vai ter reação alérgica? Devo levar ao médico? São tantas as perguntas que passam na cabeça pelo simples fato de não ter conhecimento de como agir em uma situação dessa. Graças a Deus meu bebê é forte. Não teve nenhuma reação, chorou um pouco e passou a noite toda falando da abelha. Pesquisei na internet e achei dicas interessantes de como lidar em algumas situações do tipo.

Picadas de insetos e mordidas de animais
O que fazer quando uma criança apresenta um ferimento, causado por insetos ou animais?
Não precisamos estar em uma floresta para correr o risco de levar uma mordida ou picada de animais e insetos. Ao sair pelas ruas, nos deparamos diariamente com vários animais e insetos, que podem nos atacar de repente, até mesmo dentro de casa. O comportamento de nossos bichinhos de estimação podem ser uma surpresa, em contato com desconhecidos ou até mesmo diante das pessoas com as quais eles convivem.

Por isso, todo cuidado é pouco quando temos crianças em casa. E com a proximidade das férias escolares, é indispensável que as mamães tenham em mente estes lembretes, no caso de alguns imprevistos que podem encurtar uma possível viagem. Mas o que fazer caso uma criança seja atacada por um animal ou inseto?
Como agir em casos de picadas de abelhas, vespas e formigas?
Picadas de abelhas, vespas e formigas podem ser doloridas, mas geralmente não são perigosas. O que é perigoso é uma reação alérgica ou uma ferroada na garganta da criança. É muito fácil ajudar uma criança que foi picada. Alguns procedimentos podem evitar complicações para ela.
Passo a passo:
Se a criança foi ferroada por uma abelha, o ferrão do inseto pode ficar incrustado em sua pele. Vespas e formigas não deixam ferrão na pele.
  • Remova o ferrão puxando-o para cima com a unha ou uma pinça.
  • Passe um creme anti-histamínico sobre a ferroada ou dissolva uma colher de chá de bicarbonato de sódio em um copo d’água e passe no local.
Obs.: Para tratar ferroadas de vespas e formigas, faça uma solução fraca de amônia.
Ferroadas na boca ou na garganta:
Uma ferroada na boca ou na garganta pode fazer com que esta última inche rapidamente, bloqueando as vias respiratórias.
  • Dê à criança sorvete ou cubos de gelo para chupar, ou água gelada para beber. Isso diminuirá o inchaço.
  • Ligue para o pronto-socorro e peça uma ambulância, ou leve-a rapidamente para o hospital.
  • Se a criança não conseguir respirar, inicie imediatamente respiração boca-a-boca.
Como tratar uma reação alérgica:
A reação alérgica ocorre poucos segundos ou minutos após a picada. O rosto da criança pode começar a inchar, ela pode sentir-se mal, muito fraca, e pode não conseguir respirar direito:
  • Ligue para o pronto-socorro e peça uma ambulância.
  • Deite-a de barriga para cima. Coloque seus pés sobre uma almofada e a cabeça baixa ou para o lado, no caso dela vir a vomitar.
  • Mantenha a criança aquecida, cobrindo-a com um cobertor ou manta.
  • Afrouxe a roupa em torno do pescoço e da cintura, para facilitar a sua respiração.
  • Não dê nada para comer ou beber, pois pode dificultar a respiração.
Como agir em casos de mordidas de animais:
Mordidas de animais podem introduzir no ferimento os germes que estavam na boca do animal, podendo provocar infecções. Caso a pele da criança tenha sido perfurada, é importante que ela seja levada e examinada por um médico. Se o ferimento foi provocado por um animal de rua, deve-se tentar capturá-lo para que fique em observação, pelo menos durante 15 dias. Se isso não for possível, a vítima deve ser imunizada contra a raiva.
Passo a passo:
  • Lave o local da mordida com água quente e sabão ou com um anti-séptico.
  • Seque muito bem o local, passando uma gaze ou pano limpo.
  • Cubra a ferida com um curativo, com gaze esterilizada e prenda com esparadrapo.
  • Vá imediatamente a um pronto-socorro se a ferida for profunda.
  • Procure um médico se tiver alguma dúvida sobre a validade da vacina antitetânica da criança que foi mordida.
Como agir em casos de picada de cobra e aranha venenosa:
Procure capturar, ou pelo menos ver, o animal que picou a criança para informar ao médico. Quanto mais informações sobre o animal, mais adequado poderá ser o tratamento.

Passo a passo:
  • Leve a criança imediatamente para o hospital mais próximo.
  • Mantenha a criança o mais imóvel possível, sem fazer esforço físico.
  • Não tente chupar o veneno.
  • Não faça cortes no local da picada para tentar tirar o veneno.
  • Não coloque nenhuma substância química no local da picada.
Na cidade de São Paulo, o Hospital Vital Brasil, do Instituto Butantã, está sempre aberto para atendimento gratuito às vítimas.
Fonte: www.alobebe.com.br

10 de janeiro de 2012

Ranking de nomes em 2011

Saiu o ranking dos nomes mais utilizados em bebês no ano de 2011! Alice ficou em 7° lugar! Confiram no baby center

3 de dezembro de 2011

Papai noel

As meninas da escola me convidaram pra ajudar na decoração do painel da escola, então resolvi fazer esse super divertido papai noel, feito com papel e EVA! Não ficou super legal?

Camisetas personalizadas

Fiz estas camisetinhas bem fofinhas para presentear dois bebês lindos!  Uma dica bem legal para quem deseja dar um presente diferente e super últil!


31 de outubro de 2011

E a febre que não passa?

Graças a Deus a Alice ficou doente poucas vezes, então ainda não sei lidar emocionalmente com essa situação. Sexta feira (28) a noite começou uma febre que não sabiamos de onde vinha, pois ela não aparentava nenhum sintoma e estava brincando e muito alegre. A partir daí a febre só aumentava e quando passava o efeito do remédio, voltava.
Levamos ela à emergência e a médica falou que poderia ser gripe e que a febre era uma forma do corpo tentar matar os vírus ou bactérias intrusos. Provavelmente duraria de três a cinco dias.
Fiquei com muito medo de convulsão, então resolvi pesquisar mais sobre o assunto.
Hoje, estamos no terceiro dia de febre e o intervalo entre a febre e o efeito do remédio já aumentou bastante. Não estou precisando medicar de 6 em 6 horas. Se Deus quiser não vai voltar mais!
Mas, continuando sobre febre e convulsão:

FEBRE EM CRIANÇAS DE 1 A 3 ANOS

Meu filho está com febre. O que fazer?

Febre sempre deixa os pais preocupados, mas é importante lembrar que ela é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança.
Tradicionalmente, considera-se febre uma temperatura acima dos 37 graus centígrados, observada num termômetro colocado embaixo do braço. Mas algumas crianças podem ter a temperatura mais alta, até 37,5 graus, mesmo que não haja nada errado. Por isso, os médicos consideram febre mesmo temperaturas acima de 37,5 graus (para alguns médicos, pode ser acima de 37,8). Entre 37 e 37,5 graus, a criança está subfebril, ou com uma febrícula.

Por que a febre aparece?

A febre, em geral, é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Os macrófagos, células que patrulham o corpo, estão sempre em alerta. Quando encontram algo estranho -- como vírus, bactérias ou fungos --, eliminam o maior número que conseguem, e ao mesmo tempo pedem ajuda, mandando sinais para o cérebro elevar a temperatura do corpo.
Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção, e ela em si não é necessariamente prejudicial.

Como faço para distinguir uma febre sem gravidade de uma mais grave?

Mais importante que a temperatura em si é o comportamento da criança. Se ela estiver com febre de até 38,5 graus, mas estiver comendo bem, brincando e tranquila, há menos razão de preocupação que no caso de uma criança com febre de 37,8 graus junto com choro inconsolável ou prostração.
Procure o médico se a febre estiver acima de 39,5 graus, ou se a criança estiver agindo estranho, muito abatida. Não deixe de mencionar qualquer outro sintoma para o pediatra, para que ele tenha mais dados para fazer um diagnóstico.
Fique de olho nos seguintes sintomas, que podem indicar algo mais grave:
• A criança apresenta manchinhas vermelhas na pele, que não clareiam quando você as aperta (você pode testar com um vidro), ou se tem manchas vermelhas grandes. Esses são sinais de uma infecção bacteriana grave.

• A criança tem dificuldade para respirar, ou está ofegante. Pode ser pneumonia.

Lembre-se: A temperatura do corpo costuma aumentar no início da noite, em geral, por isso é esperado que a febre piore um pouco nesses horários.
Para bebês de menos de 3 meses, as orientações são diferentes.
Caso você consiga baixar a temperatura de seu filho de 1 a 3 anos com antitérmicos (como o paracetamol, ibuprofeno ou dipirona), e ela não esteja muito abatida, você pode esperar pelo menos 24 horas para levá-la ao médico. Antes disso, é provável que o especialista não consiga fazer nenhum diagnóstico, e peça para você apenas observar o seu filho.
Evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.
Mas confie nos seus instintos e procure atendimento imediato se sentir que se trata de alguma doença mais grave.

Que tipo de termômetro devo usar?

O termômetro tradicional é o de vidro com uma coluna de mercúrio dentro. Ele é o usado como padrão pelos médicos, inclusive para comparação com o resultado de outros tipos de termômetro.
Por questões ambientais, porém, há campanhas contra o uso do termômetro de mercúrio, pois a substância é um metal pesado contaminante. Seu uso foi proibido em 2007 na União Européia (UE). Se você tiver um, pode continuar usando, mas tome cuidado para ele não quebrar e, caso quebre, coloque-o num posto de reciclagem para pilhas e baterias, não no lixo comum.
Os termômetros digitais custam por volta de R$ 15. Outra opção são modelos iguais aos tradicionais, mas sem a presença de mercúrio, que também não são mais caros que os normais.
Para medir a temperatura, coloque a pontinha metálica do termômetro embaixo do braço da criança, prestando atenção para que esteja em contato direto com a pele. Embaixo do braço forma-se um "buraco" (cavidade axilar) -- se a ponta do termômetro ficar lá, pode não encostar na pele e não medir a temperatura direito.
Espere cerca de quatro minutos, segurando o braço dela para o termômetro não escapar.
No caso de termômetros digitais, leia bem as instruções (há alguns que bipam quando terminam, outros que bipam enquanto medem, outros que apitam rápido demais porque são feitos para tirar a temperatura no ânus ou na boca, e não embaixo do braço). Tente entreter seu filho com um livro ou a TV enquanto tira a temperatura.

É interessante saber que um termômetro nunca ultrapassa a temperatura real. Por isso, a leitura não será incorreta se o termômetro ficar tempo demais embaixo do braço -- só o contrário. Se ele ficar tempo de menos, a temperatura indicada será menor que a real.
Existem também termômetros digitais que fazem a medição imediata pelo canal auditivo, no ouvido. A rapidez é um ponto positivo, mas a temperatura tende a ser mais elevada que a axilar, o que pode confundir os pais, e as medições podem variar bastante dependendo da posição. Além disso, eles custam até dez vezes o preço de um termômetro comum.
O preço também é a maior desvantagem dos termômetros infravermelhos digitais que medem a temperatura pelo contato com a pele da testa. A temperatura tende a ser mais alta que a do termômetro axilar, e as leituras podem variar.
Se você quiser utilizar algum desses termômetros mais modernos, uma boa dica é levá-lo numa consulta com o pediatra e pedir a ele que mostre a você como usar, e qual temperatura é considerada febre com aquele equipamento. Outra dica é "treinar" o uso quando a criança não está com febre, comparando com o resultado do termômetro tradicional.

Preciso baixar a febre a qualquer custo?

Você só precisa baixar a febre do seu filho se ele estiver se sentindo desconfortável demais (chorando o tempo todo, reclamando, vomitando), ou se ele já tiver tido uma convulsão febril alguma vez (leia abaixo sobre as convulsões).
Por um lado, o aumento da temperatura ajuda a combater os microorganismos que possam estar causando a infecção. Por outro, se a criança estiver se sentindo muito mal por causa da febre, vai ter dificuldade para beber e comer, e isso pode atrapalhar sua recuperação.
Nunca dê aspirina a crianças de menos de 16 anos, porque o ácido acetilsalicílico já foi ligado a uma síndrome rara, que pode ser fatal, a síndrome de Reye. Além disso, esse tipo de medicamento pode causar problemas estomacais e hemorragias, porque afeta a coagulação do sangue.
Durante a febre, mantenha seu filho vestido com as roupas adequadas para a temperatura ambiente, nem agasalhado demais nem de menos. Capriche na ingestão de líquidos. Uma criança com febre pode ficar desidratada só pela transpiração, mesmo que não esteja com diarréia ou vômitos.
Quando a criança está desidratada, o uso de antitérmicos é menos eficaz e pode ser até mais tóxico. Além disso, bem hidratada, ela reage melhor às doenças. Portanto abuse dos líquidos.
Você também pode dar um banho morno. Se tiver dado um antitérmico, pode dar o banho cerca de 40 minutos depois. Mas o banho não é imprescindível -- só dê se você achar que seu filho vai se sentir melhor. É melhor baixar a temperatura aos poucos que muito rápido. O banho precisa ser confortável para a criança, e nunca use álcool, nem no banho nem em compressas (como se fazia antigamente).

O que é a convulsão febril?

Quando a temperatura da criança sobe muito rápido, pode acontecer de ela ter uma convulsão: fica pálida, os músculos ficam rígidos ou ela faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. A convulsão febril assusta muito, mas não costuma deixar nenhuma sequela.
Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. Apenas tire alguma coisa que esteja em sua boca, como chupeta ou alimentos. Não o segure, mas tente mantê-lo com a cabeça de lado, para evitar o risco de ele engasgar com a saliva ou com um possível vômito.
Um dado que ajuda bastante o médico é saber quanto tempo a convulsão durou. Portanto, se conseguir, olhe no relógio. Normalmente essas crises só duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. Se quatro minutos passarem e a convulsão não acabar, a criança deve ser levada para o pronto-socorro.
Se a convulsão tiver passado e a criança estiver agindo normalmente, não é preciso correr para o hospital. Mas telefone para o médico imediatamente e procure orientações. Ele pode querer fazer algum exame complementar.
Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há indícios de componente familiar: se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior.

Fonte: Baby Center



23 de outubro de 2011

Sache florzinha

Olha só esse lindo sache! Esse produto já está na loja coisas de alice! Muito legal para presente de nascimento!

20 de outubro de 2011

Como escolher o hotelzinho/creche para o bebê

A vida de mãe que trabalha não é fácil, principalmente na hora em que precisa se separar do filhote! Para muitas, a opção são os hoteizinhos ou creche.
A escolha do local em que vai deixar o filho não é nada fácil e quando encontra, ainda vem as dúvidas: Mas, e agora? Será se vai dá certo? Vão cuidar direitinho? Vai se adaptar? Estas perguntas inevitáveis fazem parte do processo de adaptação da criança no novo ambiente e a mãe só se acalma depois de ter certeza que o local é apropriado e aconchegante para o bebê.
Diante da minha situação de mudança de cidade e emprego novo, me vi obrigada a colocar Alice em um Hotelzinho! Uma colega de trabalho, que tem bebê e utiliza o serviço,  me indicou o único hotelzinho da cidade. Ela demonstrou total confiança nas pessoas que trabalham lá e no próprio estabelecimento, então resolvi conhecer.
O local está sendo adaptado aos poucos, mas as meninas são muito acolhedoras e cuidam direitinho. Fiquei 3 dias lá com Alice e agora ela já está ficando sozinha. A adaptação é díficil, mas sei que vai dar tudo certo!
Não tive muita escolha, já que só existe um, mas para quem tem como pesquisar ficam algumas dicas do que deve ser observado:

REFERÊNCIAS 
Peça referências a amigas e conhecidas - nada como começar por um local já testado e aprovado por outros pais;

ORÇAMENTO 
Estude bem seu orçamento:  muitos berçários hoje oferecem educação bilíngue, atividades extracurriculares ou alimentação especial, mas lembre-se de que tudo tem um custo. Somando-se todas as despesas envolvidas na escolinha, a conta pode ficar bem alta. Pergunte sobre taxas de material, matrícula e outros tipo de cobrança além da mensalidade, para não ser pega de surpresa no meio do ano.

INSTALAÇÕES 
Visite o local e veja se terá acesso a todas as instalações -- apesar de alguns berçários preferirem agendar visitas, é importante poder entrar na área onde ficam os bebês para que você olhe como eles estão acomodados, se há berços individuais e janelas para ventilar o ambiente (os resfriados serão inevitáveis, mas é sempre bom saber que as crianças não ficam confinadas em um local completamente fechado).

  SEGURANÇA
 Fique de olho nos brinquedos, tanto da área interna como na externa, nos acessos a escadas ou rampas e até em se há extintores de incêndio espalhados pelas instalações. Observar as tomadas se estão protegidas e os móveis se não são pontiagudos.
Segurança deve ser uma prioridade clara do local. Observe se crianças têm como entrar e sair sem ser acompanhadas ou notadas e se desconhecidos conseguem passar sem algum tipo de controle.
 
PROFESSORAS/CUIDADORAS 
Pergunte à direção da escola quantas professoras ou berçaristas há por bebê, e que tipo de treinamento/formação as profissionais têm. Até 1 ano de idade, o ideal é que haja pelo menos um profissional para cada três bebês.

LIMPEZA
 Fique de olho na limpeza geral -- verifique as instalações da cozinha (muitos bebês fazem uma ou duas refeições no berçário), do local onde as crianças são banhadas ou trocadas e até as condições dos brinquedos espalhados pelo lugar. Chão, paredes, corredores, banheiros e cozinha têm que causar ótima impressão, assim como os ambientes em que as crianças ficam. Brinquedos sujos podem ser um perigo indo de boca em boca entre bebês.

SAÚDE 
Pergunte qual é o procedimento da escola em caso de doença. Pode até ser inconveniente para pais que trabalham se a escola proibir a frequência da criança ao estabelecimento em caso de febre; por outro lado, esse tipo de procedimento mostra que a direção se preocupa com a saúde dos alunos e procura evitar a disseminação de doenças contagiosas. Nenhum pai ou mãe quer ver o filho doente a toda hora.
O ideal é que não haja mistura de bebês com crianças mais velhas, e que os funcionários do berçário não atendam as outras crianças, porque as doenças são diferentes de acordo com a faixa etária. Veja também se a escola exige cópia da carteira de vacinação na hora da matrícula. 

COMUNICAÇÃO
É importante saber também como é a comunicação com os pais, seja através de uma agenda do bebê ou, de preferência, contato direto ao final do dia.

ADAPTAÇÃO
Veja como funciona a fase de adaptação do bebê ao local -- o preferível é que cerca de duas semanas antes de você voltar ao trabalho a adaptação possa ser iniciada, com sua permanência no local, junto do bebê, durante algumas horas por dia.
Não é necessário o bebê passar por um trauma de sentir abandonado em um local estranho. A mãe ficando alguns dias junto faz com que ele se acostume com o ambiente e com as pessoas do local facilitando o momento da separação.
Acho interessante, mas não é todo local que aceita, é levar algum brinquedo ou mimo que a criança gosta muito para que ela não se sinta tão só no lugar estranho. Vai ter alguma coisa que faz parte do mundo dela.



Fonte: Baby Center